Simplesmente eu!
Assim,
sem máscara!
Presente em mim
sem fado,
meu corpo alado,
o meu ser, diáspora,
viajante solta
nas brumas do meu pensamento,
meu olhar molhado
vagueia pela cidade revolta,
perdido num mar devorado
pela minha vontade premente
de voltar para o teu lado
embalada na melodia
de um céu estrelado
Assim, junto a mim
eu persisto
nesta minha existência
de viver este meu fado
na dor da tua ausência...
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